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domingo, outubro 14, 2007

Uma história que vem da Finlândia

AAron Shepard é autor de muitas histórias infantis que têm como ponto de partida, para os contos que cria, as lendas de muitos países do mundo.
Esta história que ainda não está traduzida para a língua portuguesa, pode no entanto ser contada por mediadores que tenham alguns conhecimentos da língua de Shakespeare.
Conta a história de Mikko que, tal como o seu irmão tinha feito, tem que escolher uma noiva para casar. Contudo, para escolher a sua noiva é costume Finlandês cortar-se uma árvore e a direcção em que a árvore cair deverá ser aquela em que a noiva tem ser procurada. Para espanto de Mikko a árvore caída apontava em direcção a um bosque profundo e frio... Que tipo de noiva poderia ser encontrada naquele lugar inóspito?
Mas tradição é tradição e Mikko pôs-se a caminho com coragem e aí encontra a mais inesperada namorada, aquela que prova que, com coração e mente abertos, o amor pode ser compensado da forma mais surpreendente e inesperada...
As ilustrações do russo Leonid Gore, actualmente a viver nos Estados Unidos, que se situam entre o realismo e a pasticidade etérea dos países nórdicos, conjugam-se de forma simbiótica com as palavras formando um todo de muita beleza artística.
ISBN 0-689-82912-4
Editora: Atheneum Books for Young Readers

quarta-feira, setembro 19, 2007

A princesa Pocahontas

Pocahontas é a filha do grande chefe Powhatan que vive com a sua tribo, nos verdes vales e majestosas montanhas da América. Um dia, enquanto sai com os seus amigos à procura de ursos, observa que a ilha está a ser invadida por colonos brancos comandados pelo capitão John Smith. As duas raças tornam-se inimigas até Pocahontas fazer amizade com o capitão branco, usar todo o seu amor e engenho para unir as duas frentes opostas e tornarem-se para sempre amigos da paz.
Este livro recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, adaptado de uma lenda medieval, apresenta-nos uma Pocahontas espirituosa que tem uma constante relação com a natureza e cujos pensamentos são mais profundos do que se vê na superfície. Ao mesmo tempo, ela também tem um aspecto travesso e brincalhão, mas que não a impede de lutar pelos seus direitos e os do seu povo, bem como ir contra as convenções estabelecidas, apaixonando-se por um homem de outra raça e credo.
No post abaixo podemos ouvir a música "Just around the river bend" que acompanha o filme onde Pocahontas expressa o seu amor pela natureza e tece considerações sobre a sua vida:
What I love most about rivers is:
You can't step in the same river twice
The water's always changing, always flowing
But people, I guess, can't live like that
We all must pay a price to be safe,
We lose our chance of ever knowing
What's around the riverbend
Waiting just around the riverbend
I look once more just around the riverbend
Beyond the shore where the gulls fly free
Don't know what for what I dream the day might send
Jut around the riverbend for me
Coming for me I feel it there beyond those trees
Or right behind these waterfalls
Can I ignore that sound of distant drumming
For a handsome sturdy husband
Who builds handsome sturdy walls
And never dreams that something might be coming?
Just around the riverbend, Just around the riverbend
I look once more just around the riverbend
Beyond the shore somewhere past the sea
Don't know what for ...Why do all my dreams extend
Just around the riverbend?Just around the riverbend ...
Should I choose the smoothest corse
Steady as the beating drum?
Should I marry Kocoum?Is all my dreaming at an end?
Or do you still wait for me, Dream Giver
Just around the riverbend?

Just around the riverbend English version (Pocahontas)

segunda-feira, setembro 17, 2007

Quem disse que a Disney não mudou?

Raparigas fortes ...
MULAN, uma irrequieta jovem, pouco adaptada às tradições milenares da sociedade em que vive, descobre que o seu debilitado pai foi destacado para ajudar a defender a China da invasão dos Hunos. Num acto de bravura e amor, Mulan decide disfarçar-se de homem e toma o lugar do seu pai no Exército Imperial. Mas Mulan precisará de muita ajuda para derrotar o implacável líder dos Hunos, Shan-Yiu. Só seguindo o seu coração conseguirá Mulan transformar-se num exímio guerreiro, trazer a vitória ao seu povo e devolver a tão ansiada honra à sua família:
Reflection é o título da canção que representa Mulan, cuja letra anexo e que pode ser ouvida no post anterior. Vale a pena meditar no que ela nos pretende transmitir:
Look at me you may think you see
Who I really am but you’ll never know me
Every day, is as if I play apart
Now I see if I wear a mask I can fool the world
But I can not fool my heart
Who is that girl I see staring straight back at me?
When will my reflection show who I am inside?
I am now in a world where I have to hide my heart
And what I believe in but somehow I will show the world
What’s inside my heart and be loved for who I am
Who is that girl I see staring straight back at me?
Why is my reflection someone I don’t know?
Must I pretend that I’m someone else for all time?
When will my reflection show who I am inside?
There’s a heart that must be free to fly
That burns with a need to know the reason why
Why must we all conceal what we think how we feel
Must there be a secret me I’m forced to hide?
I won’t pretend that I’m someone else
For all time when will my reflections show
Who I am inside? When will my reflections show who I am inside?

Mulan (Reflection)

Quando uma porta se fecha outra logo se abre...

Por cada porta que abro, mostra-se-me um universo maravilhoso que me deixa escolher entre muitas outras portas. Por trás de cada uma delas está outro universo maravilhoso ...No final, qualquer que seja a Porta que eu escolha, o meu Caminho vai dar sempre ao mesmo sítio: às histórias infantis e juvenis!
Elas mostram-me, por exemplo, que sempre me devo sentir pequena perante a imensidão do oceâno, dos pássaros ou das árvores . Mostram-me, também, que quando tenho de optar entre ficar parada ou dançar...eu certamente que devo dançar, ao som das palavras escritas, que são melodias forjadas de pensamentos de reis e de rainhas e de príncipes e de princesas mas também, de madrastas velhas e bruxas feias. Estas, contudo, por muito horríveis que sejam, não conseguem impedir-nos de chegar às montanhas longínquas nem de deixar o nosso coração amargo.
Como diz a canção deLee Ann Womack - I Hope You Dance:

I hope you never lose your sense of wonder
You get your fill to eat but always keep that hunger
May you never take one single breath for granted
God forbid love ever leave you empty handed
I hope you still feel small when you stand beside the ocean
Whenever one door closes, I hope one more opens
Promise me you'll give faith a fighting chance.
And when you get the choice to sit it out or dance
I hope you dance! I hope you dance!
I hope you never fear those mountains in the distance
Never settle for the path of least resistance
Living might mean taking chances but they're worth taking
Lovin' might be a mistake but it's worth making
Don't let some hell bent heart leave you bitter
When you come close to selling out reconsider
Give the heavens above more than just a passing glance
And when you get the choice to sit it out or dance
I hope you dance!I hope you dance! I hope you dance! I hope you dance!
I hope you still feel small when you stand beside the ocean
Whenever one door closes, I hope one more opens
Promise me you'll give faith a fighting chance
And when you get the choice to sit it out or dance
I hope you dance! I hope you dance! I hope you dance! I hope you dance!

I Hope You Dance - Sleeping Beauty

sábado, setembro 15, 2007

Nunca percas a capacidade de maravilhar-te!

Ah ! O mundo Disney... Bem sabemos que o mundo não é assim tão perfeito, tão pateticamente perfeito, mas não faz ele apelo à criança que vive em cada um de nós?Creio que sim. Talvez até porque esse nosso lado infantil não desistiu de querer capturar o universo fantástico em que acreditávamos na infância.
Hoje, cada vez mais, penso que temos necessidade de conservar intacto algo que não se deixe banalizar, como o sonho, a magia e o amor, neste mundo de guerra, terrorismo, fome e miséria que vemos todos os dias, no telejornal e que nos entra pela casa dentro, sem pedir licença.

Apesar de todos os estereótipos tradicionais de género, que as histórias Disney nos apresentavam e que podem ser facilmente desmontados e desconstruidos, se apontarmos para a aprendizagem de uma leitura crítica, elas continuam, quer queiramos quer não, a fazer as delícias de crianças e jovens de todo o mundo.
I hope you never lose your sense of wonder é a mensagem deste universo ficcional e que nos é relembrado também na letra da canção:
A dream is a wish your heart makes
When you're fast asleep
In dreams you lose your heartaches
Whatever you wish for, you keep
Have faith in your dreams and someday
Your rainbow will come smiling thru
No matter how your heart is grieving
If you keep on believing
The dream that you wish will come true .

quarta-feira, setembro 12, 2007

terça-feira, setembro 04, 2007

Palavras Andarilhas


A Biblioteca Municipal de Beja e a Associação para a Defesa do Património da Região de Beja organizam de 17 a 23 de Setembro as Palavras Andarilhas.
Nesta data chegam à cidade de Beja mais de 50 especialistas em Narração e Promoção da Leitura. Destacamos a presença de Daniel Pennac que, pela primeira vez, dará uma conferência em Portugal.
Imperdível...

domingo, julho 15, 2007

Ensinar a ler com histórias infantis

Tal como aos navegadores do século dezasseis lhes era pedido que soubessem ler as estrelas, aos navegadores de hoje, que se debatem imersos no manancial de informação que os rodeia, lhes é pedido que não só saibam descodificar as mensagens mas que, sobretudo, saibam perceber significados por detrás dos enunciados orais, escritos, visuais, etc...
Nesta ordem de ideias ler é compreender; ler é traduzir em pensamentos os sons das letras e palavras; ler é construir sentimentos e perceber emoções, enfim ler é sobretudo interpretar a vida ao sabor das letras...
Mas se ler é tudo isto, o que fazem as nossas crianças quando começam a aprender a ler?
Nesta altura, de fim de ano lectivo, podemos passear pelos livros de iniciação à leitura do 1º ciclo do ensino básico e parar para pensar! É isto mesmo que eu quero ensinar?! É desta forma que eu quero que os meus alunos tenham contacto com a linguagem escrita?
As alternativas são possíveis e esta nós vos propomos: "As Letras falam" de Rafael Cruz-Contarini e ilustrado por Maribel Suarez da Everest Editora.
Estas letras que falam, dizem-nos:

Sou o F de festa e de fonte
e eu o A de água e de abrir
este é o C de céu e cereja
aquele o V de vaca e Vladimir.

quarta-feira, julho 11, 2007

Nem só de sol vive o homem. Nos livros também podemos encontrar as ondas do mar, as praias douradas e o azul do céu. Desde a prosa à poesia tudo serve para mais uma reconciliação com a leitura. Agora não podemos argumentar falta de tempo! Podemos sim, criar uma relação duradoura com os livros que ainda não fazem parte de nós e que nos prometem prazeres inconfessados.
Mas descobrir novas paragens é, às vezes, assustador, mesmo aquelas que de tão próximas nos escapam sempre.

sábado, junho 30, 2007

Elisabeth Baguley estudou literatura antes de se ter aventurado no ensino, como professora de língua materna. Começou a escrever para crianças, quando percebeu o poder que os livros tinham quando lia, ao deitar, para as suas filhas pequenas e isso permitiu-lhe desenvolver uma escrita simples, mas no entanto cheia de significado, no mundo em que vivemos. O livro Meggie Moon, que em português está traduzido por As Ideias da Bia, conta-nos a história de uma menina chamada Bia que com paciência, preserverança e inteligência consegue entrar no território dos rapazes e fazer valer o seu carisma, depois de eles lhe terem dito que: "Nós não brincamos com raparigas". Então, ela constrói um fantástico carro de corridas e um magnífico navio pirata que deixa os seus amigos rapazes cheios de admiração. Eles terão de admitir que ela, de facto, tem ideias brilhantes...

domingo, junho 17, 2007

Vem e abraça-me

Autor:Michal Snunit
Ilustrador: Vanessa Levy
Vega Editores
A linguagem do abraço foi a primeira que os homens conheceram há muito tempo, antes de falarem. É a linguagem dos sentimentos, uma linguagem que não tem forma de mentir.
Esta encantadora história poética lembra-nos como um abraço pode ser tão precioso e porque é que sentimos necessidade de abraçar as pessoas de que gostamos.
"Após o nascimento dos céus,
após o nascimento da terra,
aós o nascimento das plantas,
após o nascimento dos animais,
então nasceram as pessoas
e com elas nasceu também
a linguagem dos abraços,
cujo universo é o do AMOR.

sexta-feira, junho 15, 2007

O menino que não gostava de ler

No dia em que Leopoldo fez oito anos, os pais ofereceram-lhe dois livros, tal como acontecia em todos os aniversários desde que tinha nascido!
Contudo, Leopoldo não gostava mesmo nada de ler. O que ele gostava era de correr pelos campos e por isso preferia que lhe tivessem dado umas sapatilhas. Como ele queria umas sapatilhas!
O que acontece com Leopoldo acontece com uma boa parte das nossas crianças e jovens. Fogem dos livros e da leitura, têm papirofobia, diagnóstico que o psicólogo da história descobriu para o problema do Leopoldo.
O que fazer para remediar o problema? Como a própria história nos conduz, o Leopoldo necessitava de um bom mediador, alguém que lhe conseguisse fazer a ponte entre ele próprio e os livros, para que todas as letras negras não se transformassem "num aglomerado de formigas bêbadas que, sem nenhuma regra ou ordem, saltavam de um lado para o outro da folha."
Na sua fuga da casa paterna, Leopoldo encontrou um velho cego, sentado no banco do parque, que lhe contou as suas aventuras:
"Dando voltas à terra, tinham-lhe acontecido coisas absolutamente extraordinárias. Caçara baleias ferocíssimas de cores inacreditáveis, combatera contra os piratas da Malásia e do mar da China, escapara deles agarrando-se a um tronco, sobre esse tronco andara à deriva e chegara a uma ilha com um vulcão, uma ilhazinha perdida no meio do oceâno Índico. Ali conhecera selvagens que eram tão pequenos que cabiam na palma da sua mão, estes tinham-no eleito seu rei, mas também de lá tinha fugido..."
Este velho, cego, delicadamente e subtilmente, conseguiu a proeza da conciliação e da aproximação do Leopoldo com a leitura.
Quantos velhos cegos precisamos nós de ter?

domingo, junho 03, 2007

Os Mediadores de Leitura

Mediador, em latim - mediatore -, significa aquele que faz a média, que liga. Falando de leitura pode-se considerar que o mediadore do acto de ler é aqule que proporciona a aproximação de alguém a um texto e que fomenta posteriormente a continuação dessa relação.
Os principais mediadores de leitura são as famílias, os professores, e os bibliotecários e até os amigos e vizinhos que nos emprestam um livro.

Infelizmente, as famílias nem sempre compreendem este importante papel que lhes cabe e se fazem mediação ela restringe-se, a maioria das vezes, à primeira infância, desaparecendo à medida que as crianças crescem, deixando os jovens sozinhos, com a sua solidão, junto a um livro, como diz DanielPennac.
Infelizmente, também, muitas vezes os professores confundem o seu poder de mediação e transformam uma actividade que deveria ser de fruição estética e intelectual, numa actividade de respostas a questionários e de avaliação. Por outro lado, não têm consciência que, para além de mediadores, são também modelos muito poderosos, para as crianças e os jovens e que portanto devem ser vistos a ler e devem, sobretudo, mostrar o seu amor pela leitura.
Para se auto-motivarem para a leitura e ao mesmo tempo contribuirem para o modelling, os professores da Escola Diogo Cão, em Vila Real, criaram uma Comunidade Leitora a que chamam - Livros com Bolos - de que já tive oportunidade de falar neste blog. Falando-se de um livro aprecia-se também um bolo e um bom vinho generoso para que a leitura corra mais depressa!
Querem experimentar? Quintas feiras , às 16.30, na Sala dos professores...


sábado, junho 02, 2007

Dia da Criança

Que tal oferecer um livro às crianças no Dia da Criança?
O Dia da Criança foi criado em 1950, pela Federação Democrática Internacional das Mulheres, que propôs às Nações Unidas que se comemorasse um dia dedicado a todas as crianças do Mundo.
A ONU reconhecendo que as crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social, necessitam de cuidados e atenções especiais, precisam de ser compreendidas, preparadas e educadas de modo a terem possibilidades de usufruir de um futuro condigno e risonho, propuseram o Dia 1 de Junho, como Dia Mundial da Criança.
Embora nem todas as crianças do Mundo tenham as mesmas oportunidades de viver uma vida digna, muito se tem feito e são inúmeras as organizações governamentais nacionais e internacionais, públicas ou privadas que apostam em programas de intervenção que levam alimentos e cuidados médicos pelo mundo fora.
Na Europa, depois da 2ª guerra mundial, para além de morrerem de fome e terem de trabalhar para contribuirem para a subsistência das suas famílias, metade das crianças não sabia ler nem escrever e 50 anos depois, hoje (!), as crianças europeias, na generalidade, têm oportunidades fantásticas a nível da alimentação, educação e saúde, proporcionadas por um período de paz continuada, conseguida pela construção da União Europeia.
Despojadas da necessidade de contribuirem para o rendimento familiar, pelo aumento do crescimento económico e do nível de vida, as crianças e os jovens contemporâneos partilham de uma infância e juventude mais consentânea com a sua condição e um dos benefícios deste bem-estar físico e social é a possibilidade de poderem aceder, também, a bens culturais, de que a literatura para a infância e juventude é um exemplo.
Se a literatura, hoje, se afirma cada vez mais, quer como uma componente essencial do desenvolvimento cognitivo e afectivo, quer como fonte de fruição intelectual, porque não oferecermos um livro às crianças, hoje, no seu dia?

segunda-feira, maio 28, 2007

Depois da ceia, arrumada a cozinha, às vezes a minha mãe, sentava-se ao balcão e cantava. Cantava um desses romances de que eu entendia melhor o ritmo do que as palavras.
Eugénio de Andrade

Cada vez me dou conta da importância da música nas nossas vidas. A música é uma necessidade humana básica, tão vital como o ar, a comida ou a água.Ela é sobretudo uma forma de nos ligarmos uns aos outros e a nós próprios.
Os educadores sabem há muito dos benefícios que a música pode trazer para o desenvolvimento da criança, desde a potenciação do movimento até à literacia das palavras e dos números!
A música faz com que as palavras sejam mais fáceis de decorar e sobretudo de pronunciar e é uma maneira divertida de fazer com que a linguagem se torne vida!
Sites a visitar:
Boas músicas!

sexta-feira, maio 25, 2007

LED Text Scroller

Na minha terra conta-se que, no inverno, à lareira, quando ainda não havia as modernices de hoje, pais e avós juntavam-se para contar histórias. As mães diziam: Venham meninos vamos às contas! Claro que não eram só os meninos que se juntavam. Era a família inteira e mais os vizinhos e até os animais que lá por casa passeavam se aninhavam para saborear mais uma noite de histórias, contos, ditos e mexericos...