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domingo, maio 03, 2009

5º Encontro Lusófono de Literatura Infanto-Juvenil

Depois do sucesso das edições anteriores, a Câmara Municipal da Trofa promove, de 2 a 10 de Maio, o V Encontro Lusófono de Literatura Infanto-Juvenil.
Durante uma semana, a Casa da Cultura da Trofa recebe escritores, ilustradores lusófonos, exposições, encontros com escolas, formação, apresentação de livros e a IX Feira do Livro.Para esta edição marcarão presença os escritores e ilustradores Alexandre Parafita, Ana Bárbara de Santo António, Ana Saldanha, Inácio Nuno Pignatelli, José Cardoso Marques, Lourdes Custódio, Manuela Monteiro, Margarida Fonseca Santos, Marcus Tafuri, Ondjaki e Valter Hugo Mãe.
O encontro Lusófono continua com apresentação de livros, de destacar no dia 4 de Maio pelas 14h00 a apresentação do livro “A casa da Romãzeira – História com Abril dentro” texto de Manuela Monteiro. No dia 5 de Maio, pelas 11h30 será a vez do livro “Russa, a Bruxinha Tecedeira” com texto de Ana Bárbara de Santo António e ilustração de Isabel Menezes. A 10 de Maio, pelas 17h00 será apresentado o livro “Este lago não existe” de Vítor Burity da Silva.
Este blog exorta-vos a visitarem o município da Trofa onde poderão apreciar um trabalho de qualidade em prol do livro e da leitura.

sábado, junho 02, 2007

Dia da Criança

Que tal oferecer um livro às crianças no Dia da Criança?
O Dia da Criança foi criado em 1950, pela Federação Democrática Internacional das Mulheres, que propôs às Nações Unidas que se comemorasse um dia dedicado a todas as crianças do Mundo.
A ONU reconhecendo que as crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social, necessitam de cuidados e atenções especiais, precisam de ser compreendidas, preparadas e educadas de modo a terem possibilidades de usufruir de um futuro condigno e risonho, propuseram o Dia 1 de Junho, como Dia Mundial da Criança.
Embora nem todas as crianças do Mundo tenham as mesmas oportunidades de viver uma vida digna, muito se tem feito e são inúmeras as organizações governamentais nacionais e internacionais, públicas ou privadas que apostam em programas de intervenção que levam alimentos e cuidados médicos pelo mundo fora.
Na Europa, depois da 2ª guerra mundial, para além de morrerem de fome e terem de trabalhar para contribuirem para a subsistência das suas famílias, metade das crianças não sabia ler nem escrever e 50 anos depois, hoje (!), as crianças europeias, na generalidade, têm oportunidades fantásticas a nível da alimentação, educação e saúde, proporcionadas por um período de paz continuada, conseguida pela construção da União Europeia.
Despojadas da necessidade de contribuirem para o rendimento familiar, pelo aumento do crescimento económico e do nível de vida, as crianças e os jovens contemporâneos partilham de uma infância e juventude mais consentânea com a sua condição e um dos benefícios deste bem-estar físico e social é a possibilidade de poderem aceder, também, a bens culturais, de que a literatura para a infância e juventude é um exemplo.
Se a literatura, hoje, se afirma cada vez mais, quer como uma componente essencial do desenvolvimento cognitivo e afectivo, quer como fonte de fruição intelectual, porque não oferecermos um livro às crianças, hoje, no seu dia?

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Na minha terra conta-se que, no inverno, à lareira, quando ainda não havia as modernices de hoje, pais e avós juntavam-se para contar histórias. As mães diziam: Venham meninos vamos às contas! Claro que não eram só os meninos que se juntavam. Era a família inteira e mais os vizinhos e até os animais que lá por casa passeavam se aninhavam para saborear mais uma noite de histórias, contos, ditos e mexericos...