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sexta-feira, março 16, 2007



MENINOS GORDOS - CONTAR UMA HISTÓRIA ATRAVÉS DA FAIANÇA

EXPOSIÇÃO - 17 DE MARÇO A 11 DE MAIO

MUSEU DE VILA REAL


Trata-se de uma exposição que conta a história de dois meninos «belos, gigantes e gordos», que andaram por terras portuguesas nos anos quarenta do século XIX e que estiveram em Guimarães, no Largo da Oliveira, em Janeiro de 1843. Estes meninos causaram tal espanto que os nossos ceramistas pintores do séc. XIX os retrataram em vistosa faiança nortenha. A exposição é vocacionada para os mais novos, tendo sido elaborado um atractivo caderno de exploração da exposição que vai seguramente fazer a delícia dos jovens do 1.º, 2.º e 3.º ciclos escolares.

sábado, março 10, 2007

CALENDÁRIO - MARÇO 2007

A CEREJEIRA DA LUA

AUTOR: ANTÓNIO TORRADO

ILUSTRADOR: LOK TAI TONG

Frase com cerejas:

“O inatingível está à tua mercê. Queres que os teus desejos aconteçam? Fecha os olhos”.

DESENHOS DE: PATRÍCIA E RITA - 6º F

ESCOLA DIOGO CÃO

VILA REAL




sábado, fevereiro 24, 2007

O PLANETA BRANCO
AUTOR:MIGUEL SOUSA TAVARES
ILUSTRADOR:RUI SOUSA
O Planeta Branco é uma história que aborda a saga de três astronautas que partem à procura de água num planeta longínquo, quando a terra está à beira de esgotar os seus recursos naturais. A nave Ítaca segue o seu rumo, pelo espaço fora, mas a certa altura é desviada da rota que os potentíssimos computadores tinham estabelecido para alcançar o planeta S-3. Todos os esforços são feitos para pôr a nave na rota estabelecida, mas parece que uma força desconhecida a leva para novas paragens - para o Planeta Branco - lugar dos mortos. Aí aparece um homem de cabelo preto que os avisa de que a rota tão habilmente desenhada pelos computadores estava afinal errada e que era preciso ser corrigida pois, caso contrário, levá-los-ia para o espaço exterior e ao mundo da perdição. Lydia, Lucas e Baltazar regressam à terra e Lydia recorda a sua viagem:

"Lá fora, a noite estava semeada de milhões de estrelas, planetas, cometas, asteróides nos seus voos loucos, constelações de todos os tamanhos e das mais diferentes formas. Olhou por cima do ombro direito, pela vigia lateral, procurando absurdamente uma luz branca que julgava ter visto algures, mas não se lembrava quando, nem sequer era capaz de dizer se a tinha visto, de facto, ou se apenas a tinha imaginado em sonhos. E, mais uma vez, repetiu baixinho e para si própria a pergunta que tantas vezes fazia, quando estava assim sentada à noite na nave, e via o Universo inteiro à sua volta: "Haverá alguém por aí à escuta? Alguém que nos veja e que nos guie?""

quinta-feira, fevereiro 22, 2007



Um quarto de sonho para sonhar com fadas!
Deliciem os vossos ávidos pequenos leitores com um quarto de sonho! Uma pequena estante ou mesmo um armário já usado e pintado de novo poderão servir para transformar um quarto absolutamente normal num espaço que promova a leitura, a criatividade e a literacia...
Começar pela estante poderá ser o ponto de partida. Os livros que se escolhem e a forma como são mostrados podem fazer toda a diferença. Estabeleçam esta área como o lugar fundamental do quarto da criança e a partir daí deixem a vossa criatividade expandir-se.
Bons sonhos!

PROJECTO A LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

BOLETIM FEVEREIRO 2007
Saiu mais uma edição do Boletim do Projecto "A Língua Portuguesa no Mundo". Este número contou com a participação dos professores que leccionam no estabelecimento prisional de Vila Real bem como dos alunos e da Directora do mesmo estabelecimento. O tema como não podia deixar de ser foi à volta da língua portuguesa e da importância das palavras neste mundo tão cheio de imagens.
Se entendes que a língua é um factor de união entre os povos e que a língua portuguesa poderá ser um factor cultural determinante para a comunidade dos povos de expressão portuguesa; se achas que a aprendizagem da leitura e da escrita são formas de contribuir para a inclusão social então manda-nos os teus textos. Podem ser ensaios, poemas, histórias enfim, o que quiseres e puderes manejar com a caneta ou com o teclado do computador...
Enviar para: virginiacoutinho@gmail.com

sábado, fevereiro 17, 2007


A Literatura Infantil associou-se ao dia de S. Valentim!



Os alunos foram convidados a ler " Nunca se é pequeno para Amar" de Jeanne Willis com ilustração de Jan Fearnley, da Gailivro.

A história de um pequeno ratinho que se apaixona por uma girafa, muito mais alta que ele faz com que ele procure todos os meios para lhe dar um beijo, desde subir para cima de um dedal, de uma melancia, de uma chávena... mas infelizmente não consegue de maneira nenhuma atingir o seu objectivo de tão distante que ele está!

Contudo, a girafa vendo os seus esforços inclina o pescoço e dá-lhe um grande beijo.

" Nunca se é pequeno demais para Amar" é uma lufada de ar fresco na concepção tão materializada do amor, dos nossos dias, e intertextualiza com as ideias do tão diferentes (rato e girafa) mas ao mesmo tempo tão iguais na procura do amor e do afecto, caracteristicas do ser humano, sem as quais esta mesma humanidade primordial estará irremediávelmente perdida.


segunda-feira, fevereiro 12, 2007

Criando Comunidades Leitoras - edição nº1

Livros com Bolos! e cá está a primeira edição!

Daqui a quinze dias virá a segunda que já contará com a participação das livrarias ... É que os pedidos para compra de livros foram alguns...o António Lobo Antunes, o vinho do Porto e o bolo de chocolate fizeram maravilhas...

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

Criando Comunidades Leitoras
Se queremos crianças leitoras temos que ser leitores!
A partir da próxima quinta-feira, na Escola Diogo Cão, e de quinze em quinze dias, vamos promover uma actividade chamada HISTÓRIAS COM BOLOS.
Juntar um bom livro a um delicioso bolo pretende chamar a atenção para o caminho largo que se estabelece entre gostarmos de ler, apreciar a leitura e passar esse mesmo gosto aos outros, neste caso os nossos alunos.
Apareçam!


sexta-feira, fevereiro 02, 2007


CALENDÁRIO
FEVEREIRO 2007

Frase que mais amamos:

“ Mas era sem dúvida a casa da Árvore mais bonita do mundo!”
“ Nós somos Um, se tu não subires eu também não subo!


Os alunos do 6º F da Escola Diogo Cão organizaram um calendário para o ano de 2007 à volta das histórias infantis e juvenis que têm por tema "As árvores na Literatura".
Este foi o livro selecionado para Fevereiro que eles leram, escolheram a(s) frase(s) que mais amaram e depois ilustraram.

A casa da Árvore é um livro de edição de autor ( Margarida Botelho) e fala-nos do Miguel e do Gabriel que eram companheiros inseparáveis que partilhavam os dias, as horas e os segundos. Uma das principais brincadeiras era era subirem para a casa da árvore pois "aquele lugar tinha um cheiro único: uma mistura entre espuma do mar e resina dos troncos, entre terra escura e areia salgada. Sem falarem um com o outro pararam no mesmo sítio e olharam todos para a mesma árvore. Não havia dúvidas era aquela a escolhida!"

sexta-feira, janeiro 12, 2007

ATENÇÃO PAIS E PROFESSORES

As crianças são como nós! Andam como nós, falam como nós, leem ou não leem, tal como nós!

Quando se trata de fomentar hábitos de leitura o melhor é o exemplo!

  • A palavra escrita, principalmente em formato livro, deve fazer parte de todos os nossos espaços vivenciais;
  • Uma ida à biblioteca ou à livraria é fundamental, mesmo que não se esteja a interessado em comprar ou a requisitar livros;
  • Parar para ler em voz alta um parágrafo ou uma expressão que nos toca, pela sonoridade ou pela ideia, transmite a experiência de que a leitura pode ser compartilhada;
  • Sobretudo é importante mostrar que a leitura é uma maneira divertida e construtiva de passar o tempo!

BOAS LEITURAS!


sábado, janeiro 06, 2007


Histórias a rimar para ler e brincar


Este livro que se destina-se essencialmente a crianças a partir dos seis anos de idade, é um misto de histórias repletas de magia, de cor, de sonoridades, de rimas, de sentimentos e emoções.
O valor da palavra enquanto palavra faz eco no seu ouvido e na sua memória e transmite sentimentos e valores como a solidariedade, a esperança e o sonho.
Existe a solidariedade dos animais que, em noite fria aquecem o Menino Jesus e transformam uma lágrima num sorriso.
Existem o sonho e a esperança, presentes no balão azul do Pedrinho qu ao voar, representa um sonho perdido e a esperança de o reencontrar.
Existe a cantiga que, em vão, procura uma rima no dorso de uma gatinha, ou a história de um duente, repleta de jogos de palavras e de efeitos sonoros.
Existe a amizade pela natureza, que se revela na humanização dos animais ou na transmissão de sons, cores e imagens, resultando numa forte conjugação de sensações.
Refere até uma crença popular transmontana, ao falar-se da borboleta branca ou amarela, que traz alegria, ou da borboleta negra, que, portadora de solidão e tristeza, o povo quer ver bem longe.
Será pois lícito afirmar que o leitor deste livro encontrará nele o fascínio das palavras, mas também, seguramente, um pouco do reflexo de um país e de uma cultura.
São histórias para ouvir, ler e contar e são decerto, histórias para perdurar...

quarta-feira, janeiro 03, 2007


Alexandre Parafita – «Memórias de um Cavalinho de Pau»

Conhecendo há já alguns anos a obra e o trabalho de Alexandre Parafita, um filho das terras transmontanas, foi com bastante agrado que li este conto “Memórias de um Cavalinho de Pau”.
É um conto para ser lido e relido, que agrada a crianças e adultos, porque é uma história deliciosa – o sonho e a fantasia – dão aqui que falar. É genuíno e como tudo o que é genuíno tem de ser respeitado por si só. Aqui, todos nós fazemos uma viagem à nossa infância através de um brinquedo que atravessa gerações – o Cavalinho de Pau – objecto “mágico”, como lhe chama o nosso autor.
Alexandre Parafita leva-nos a partilhar a paixão pela leitura e todo o ritual que lhe diz respeito e, que cada vez mais, é urgente reinventar. O que nos cativa de imediato é a felicidade sentida nas emoções das suas personagens.
As personagens são silhuetas recortadas sobre um pano de fundo que é a infância e numa região acolhedora de uma velha Quinta do Douro. E citando, «onde se sente o balancear constante bem ao ritmo dos sonhos e ilusões de uma criança.».
A alegria, a descoberta, o deslumbramento, a saudade, o regresso às memórias da infância, da família, ao aconchego, aos afectos estão aqui patentes de uma forma que nos toca com várias emoções. É, de facto, para todos aqueles que não se querem separar da ternura que só é possível sentir quando somos pequenos. Citando o autor uma vez mais: «com o desfiar de memórias deste brinquedo mágico, narra-se também a história fascinante de uma velha quinta do Alto Douro, onde se cruzam todos os encantos, aventuras e mistérios.».
Apesar de ser um lugar comum, não resisto a dizer que o que mais me fascinou é que, uma vez mais, houve um livro que li e que de imediato passou de um estranho, a um conhecido, a um amigo, como «aquele cavalinho que irradiava uma certa magia… que parecia emitir sentimentos de ternura capazes de me falar na alma.».
Este livro coloca uma vez mais Alexandre Parafita entre os escritores da nossa língua com uma escrita simples, cuidada e apaixonante e a quem orgulhosamente podemos chamar “nosso”!

terça-feira, janeiro 02, 2007

Literatura Infantil na Biblioteca Municipal de Vila Real

No âmbito das acções “Ler mais” do Plano Nacional de Leitura, as Escolas EB 2.3 Diogo Cão e Monsenhor Jerónimo do Amaral, juntamente com a União das Associações de Pais do Concelho de Vila Real, levaram a efeito, no auditório da Biblioteca Municipal de Vila Real, no dia 13 de Dezembro, a apresentação dos livros de literatura infantil de Alexandre Parafita, “Histórias a rimar para ler e brincar” e “Memórias de um cavalinho de pau”, publicados neste Natal pela Texto Editores.
A sessão, a que se associou o Governador Civil de Vila Real, Dr. António Martinho, e o Presidente da Câmara Municipal, Dr. Manuel Martins, entre outras individualidades, contou com a colaboração de crianças e jovens na apresentação das obras, uma missão a cargo das Dras Virgínia Coutinho e Fátima Barradas.
Virgínia Coutinho, que falou também em nome do Projecto de Língua Portuguesa da Escola EB 2.3 Diogo Cão, fez a apresentação do livro “Histórias a rimar para ler e brincar”, realçando o potencial estético das rimas e do ritmo das palavras como reforço da magia das histórias. Este factor, associado à beleza das ilustrações de Elsa Navarro, constitui, na sua opinião, uma excelente forma de cativar as crianças e seduzi-las para a leitura desde os seus mais tenros anos.
Do livro “Memórias de um cavalinho de pau”, que tem ilustrações de Bruno Santos, falou a Drª Fátima Barradas. Esta apresentadora enfatizou a dimensão imaginativa da história que liga três gerações de meninos, herdeiros de uma Quinta no Douro, meninos que tiveram em comum o mesmo brinquedo: um cavalinho de pau. As memórias deste cavalinho são, ao mesmo tempo, um pretexto para mostrar os encantos, as aventuras e os mistérios desta curiosa quinta, que o autor situa na sua terra-natal (Sabrosa).
Após a intervenção das apresentadoras, falou o Presidente da Câmara Municipal de Vila Real, que saudou mais este lançamento e todo o empenho do autor pela literatura para crianças. Ao mesmo tempo o Dr. Manuel Martins deixou uma nota de regozijo sobre a dinâmica que a autarquia vila-realense vem mostrando em torno da leitura pública, como é exemplo a recente inauguração da Biblioteca Municipal e a criação do Grémio Literário.
Interveio, de seguida, o Governador Civil de Vila Real, Dr. António Martinho, que leu alguns excertos dos livros apresentados, para procurar demonstrar a ligação íntima do autor às suas raízes, ao Douro especialmente. Lançou ao mesmo tempo o desafio aos professores, às escolas e, naturalmente, aos jovens, para que, através da boa leitura, consolidem os laços com a Região, com os seus valores, com a sua identidade.
No final, falou o escritor, que agradeceu aos organizadores desta sessão e, em especial, todos os gestos de generosidade e estímulo que tem recebido nesta Região. Alexandre Parafita confessou que escreve para crianças para sublimar a mágoa de ter deixado, precocemente, a profissão para que os seus pais o formaram: professor do primeiro ciclo do ensino básico. A necessidade de comunicar com as crianças e contribuir para a sua formação é, por isso, uma missão de corpo e alma. Algus dos seus livros são concebidos para crianças que ainda não aprenderam a ler, pois entende que para começar é preciso gostar de brincar com as palavras. Aprender a brincar com as palavras – disse o autor – é o primeiro passo para o prazer da leitura e da escrita.
Desta acção ficou, assim, uma nota clara de que a literatura infantil é um dos pilares fundamentais para a formação da criança, um princípio que o projecto “Ler mais” do Plano Nacional de Leitura pretende cultivar nas escolas e na sociedade.

domingo, dezembro 31, 2006

Prémio de não-ficção da Feira internacional de Bolonha, 2004

CALENDÁRIO
LIVRO - JANEIRO 2007
Um livro que descreve a vida de Charles Darwin e da sua extraordinária aventura à volta do mundo.
É bom lembrar o grande debate de Oxford. A teoria de Darwin é atacada por Wilberforce. Este perguntou se era pela parte do avô ou da avó que ele descendia do macaco. Foi-lhe respondido que era preferível ser neto de um macaco a ser parente de um homem que fazia mau uso da sua mente por causa dos preconceitos e da falsidade.

segunda-feira, dezembro 04, 2006


Uma Revolução na literatura para crianças!

Sim, foi o que Astrid Lindgren fez, em meados do século XX, quando que se esperava que as raparigas só bordassem, brincassem com bonecas e tivessem caracóis no cabelo.
Ao publicar Pippi das Meias Altas os professores ficaram furiosos, os pais ficaram preocupados e alguns críticos chegaram mesmo a falar de crise da moral pública.

Qual a razão de tamanha preocupação? Bem, Pippi era uma rapariga diferente: tinha ideias próprias e lutava por elas, sabia o que queria e sobretudo era cheia de uma autoconfiança que ainda hoje nos surpreende.

Astrid Lindgren, com a sua Pippi das Meias Altas revolucionou a Literatura infantil não só na Suécia mas em todo o Mundo!
Pippi das meias Altas foi transposta para o filme que, na década de setenta, fez as delícias das crianças portuguesas. infelizmente é hoje muito difícil encontrar o livro nas nossas livrarias...

segunda-feira, novembro 27, 2006



Este Natal

Lê um livro

Oferece um livro

Escreve uma história

Enfim, diverte-te!



Projecto A Língua Portuguesa no Mundo
Escola EB 2,3 Diogo Cão
Vila Real



















terça-feira, novembro 21, 2006


A Árvore
Todos os livros de Sophia nos encantam pela maneira sensível e afectuosa com que trata os temas das histórias. Neste, em particular, desenvolve, em primeiro lugar, a problemática ecológica e de como o homem se deve relacionar com a natureza. Paralelamente dá importância aos afectos, onde a árvore ensina uma relação de troca sincera e desinteressada.
" Assim, durante muitos anos, a vida naquela ilha correu com muita alegria e animação.
Mas apesar dessa alegria, apesar dos bons negócios e dos grandes passeios todos se lembravam com saudade da velha árvore."

terça-feira, outubro 17, 2006


Olá, professores de Matemática!

Por que não ensinar através das histórias?

O Labirinto de Joana, de Eugénia Soares Lopes, é um livro de fácil leitura, que ao contar as histórias da Luana aborda alguns problemas matemáticos. Estes, podem servir de base para desmistificar o medo que os nossos alunos têm desta disciplina e, por esta razão, apresentam dificuldade na sua aprendizagem.

“Um dia Luana pede à feiticeira Ana, a sua madrinha, que lhe conte a história do labirinto que encobre a sua pequena casa…”

"- Cinco milhões, cinco milhares e cinco visitantes. Uma capicua! - exclamou sorridente, a feiticeira."


quinta-feira, outubro 05, 2006


POESIA

Normalmente a poesia não é muito bem aceite pelas nossas pequenas crianças leitoras e mesmo pelos jovens leitores. Estes acham que é "lamechas" ler poesia e aqueles, nunca foram estimulados para o fazer.

Competirá aos mediadores adultos fazer a ponte, entre esta maneira de "falar e de dizer" as ideias poéticas, através de palavras, que se destacam pelas sonoridades, pela deslocação dos seus lugares habituais, nas frases, e pela estranheza dos seus significados metafóricos.

Esta ponte que necessariamente os mediadores têm que fazer passará também pela forma como lêem o poema pois, ele viverá ou morrerá dependendo desta leitura.

Então, para os que dão importância à poesia como estratégia aqui vão algumas notas sobre "Como ler um poema em voz alta":

  • Ler o poema devagar- ler devagar é a melhor forma do poema ser entendido por quem lê e por quem ouve; a leitura calma permite que se consigam aproveitar todas as potencialidades das palavras que são ditas;
  • Ler num tom de voz normal e relaxado - não é necessário acentuar dramáticamente a leitura; o estilo coloquial adequa-se à maior parte da poesia. As palavras é que fazem todo o trabalho;
  • Fazer pausas através da pontuação- obviamente que os poemas são escritos em verso. Contudo, as pausas devem ser consideradas, não no final dos versos, mas pela pontuação;
  • Ler com convicção - isto significa conhecer todos os significados das palavras, de forma poder-se transmitir, através da expressão facial, ou outra, o verdadeiro sentido de todo o poema;

domingo, outubro 01, 2006


Odeio a Escola!

ROSS, TONY - autor
WILLIS, JEANNE - ilustrador

No início do ano lectivo, certamente que alguns professores se vêem confrontados com alunos que não gostam da escola por variadíssimas razões. Ou por terem tido más experiências, no ano anterior, quer com alguns colegas, no recreio ( a violência tem acontecido um pouco por toda a parte), quer com algum professor ou disciplina que não tenha gostado tanto, ou ainda simplesmente porque as suas própria expectativas e as da sua família em relação à escola são muito baixas.

Este livro aborda de uma maneira divertida estes temas, sugerindo diálogos entre crianças e adultos que poderão consistir naquelas perguntas básicas que nós professores nos fazemos sempre: O que é a escola e para que serve:

Era uma vez uma menina

Que não gostava de aprender

O seu nome era Ana Rita

E queria ver a escola a arder.

LED Text Scroller

Na minha terra conta-se que, no inverno, à lareira, quando ainda não havia as modernices de hoje, pais e avós juntavam-se para contar histórias. As mães diziam: Venham meninos vamos às contas! Claro que não eram só os meninos que se juntavam. Era a família inteira e mais os vizinhos e até os animais que lá por casa passeavam se aninhavam para saborear mais uma noite de histórias, contos, ditos e mexericos...